Encontros com o Futuro – Cidades Sustentáveis

Bom dia!

Temos um convite especial para todos vocês! Compareçam no encontros com o futuro no dia 29/2 e faça a diferença!  O tema será ‘Cidades Sustentáveis’, não deixe de aprender sobre um tema tão importante nos dias de hoje.  Veja mais informações:

Veja vídeo institucional do projeto Cidades Sustentáveis:

Saiba Mais:

NEF: www.nef.org.br

Rede Nossa São Paulo: www.nossasaopaulo.org.br

Veja o vídeo Institucional: clique aqui

Abraços, te vemos lá!

Rita Oliveira e Equipe NEF

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Seja um voluntário

Confira abaixo algumas ONGs que estão precisando de pessoas:

Adaptsurf
Área de atuação: Inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida para que tenham acesso ao lazer, esporte e cultura, através do contato direto com a Natureza
Voluntários necessários: áreas de educação física, fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia e comunicação social, entre outros
Informações e inscriçãowww.adaptsurf.org.br

Aliança Empreendedora
Área de atuação: Incentivar e apoiar o empreendedorismo junto a públicos e comunidades de baixa renda
Voluntários necessários: depende do projeto, os serviços necessários encontram-se no site
Informações e inscriçãowww.aliancaempreendedora.org.br

Associação Civil Anima
Área de atuação: Jovens em situação de risco
Voluntários necessários: pedagogo, psicólogo clinico, enfermagem, comprador, programador, bibliotecário, organizador de receitas, professor, contador de histórias, apoio na informática e na área administrativa, oficinas de dança artes, recreação, apoio no brechó, organizador e distribuidor de jogos na brinquedoteca, nutricionista, apoio na área de marketing e na divulgação de oficinas, apoio na cozinha, digitação e informática, fonoaudiólogo, fisioterapeuta
Informações e inscriçãowww.anima.org.br

Associação Promotora de Instrução e Trabalho para Cegos
Área de atuação: Reabilitação do deficiente visual
Voluntários necessários: área de terapia ocupacional, pessoas com experiência no trato de pessoas com deficiência, voluntários que trabalhem com audio-descrição para deficientes visuais
Informações e inscrição: apitc_cegos@hotmail.com

Associação Viva e Deixe Viver
Área de atuação: contação de histórias para crianças e adolescente em hospitais
Voluntários necessários: contadores de história e de apoio em geral
Informações e inscriçãowww.vivaedeixeviver.org.br (inscrições encerradas, novo processo seletivo a partir de fevereiro de 2012)

Casa de Barro
Área de atuação: Cultura, esportes e artes
Voluntários necessários: instrutores para oficinas culturais
Informações e inscriçãowww.casadebarro.com

Casa do Zezinho
Área de atuação: crianças e adolescentes em situação de risco
Voluntários necessários: diversos perfis de pessoas que tragam ideias e projetos novos
Informações e inscrição: www.casadozezinho.org.br

Instituto Pró-Cidadania
Área de atuação: pessoas com deficiência
Voluntários necessários: intérpretes de Libras
Informações e inscriçãowww.institutoprocidadania.org.br

Kibô-No-Iê
Área de atuação: pessoas com deficiência
Voluntários necessários: atividades administrativas com eventos e recepção e recreação com os internos
Informações e inscriçãowww.kibonoie.org.br

Lar Caibar Schutel
Área de atuação: crianças em situação de risco e que foram abandonadas
Voluntários necessários: para organizar a biblioteca, efetuar dedetização em todo prédio e manutenção predial, como pequenos consertos e pinturas
Informações e inscriçãowww.cairbarschutel.org

Papel de Gente
Áreas de atuação: a primeira consiste na manutenção de um espaço de produção, criação e circulação de ideias em torno da reciclagem, e a segunda, define-se pela capacitação à empregabilidade dos participantes, por meio da comercialização de seus produtos.
Voluntários necessários: pessoal de artes e criação, principalmente, para a reformulação do lay out do site
Informações e inscriçãowww.papeldegente.org.br

Projeto Quixote
Área de atuação: crianças em situação de risco
Voluntários necessários: para serviços em geral e consultoria
Informações e inscriçãowww.projetoquixote.org.br

Turma do Bem
Área de atuação: saúde bucal
Voluntários necessários: Cirugiões-dentistas que atendem em consultórios particulares
Informações e inscriçãowww.turmadobem.org.br

Centro de Voluntariado de São Paulo também divulga uma lista de mais de 1.200 organizações que precisam de voluntários. Para saber mais: www.voluntariado.org.br.

Escolha um projeto que você se identifique e faça parte desse movimento =)

Abraços!

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São Paulo, a cidade que fabrica talentos

Com intensa atividade cultural e artística e um roteiro de mais de 110 museus, feiras e eventos, São Paulo se situa entre as metrópoles que oferecem as melhores oportunidades para quem deseja trabalhar na indústria criativa.

Adoniran Barbosa é considerado o pai do samba paulista. Criativo como só ele, o artista é um símbolo da cidade, principalmente no bairro do Bixiga, onde cansou de declamar seus enredos.

E em um evento para comemorar o aniversário de São Paulo, nada melhor que “Trem das Onze” para abrir a sessão, vista por cerca de quase 200 pessoas criativas em um teatro da Avenida Paulista.

São Paulo agora com 458 anos, já é uma senhora com dotes criativos. Com diversos eventos como o São Paulo Fashion Week, Bienal do Livro e um roteiro como mais de 110 museus, a cidade mostra que não fica atrás de outras grandes metrópoles e tem o potencial certo para ser considerada criativa como: estimular talentos.

Para Ana Carla Fonseca, especialista no tema, uma cidade criativa precisa ter a prevalência de três elementos: inovação, conexão e cultura. “É preciso trabalhar conexões entre público e privado ou, por exemplo, o local com o global.”

Na obra Cidades Criativas – Perspectivas, a assessora em economia criativa para a Organização das Nações Unidas (ONU) destaca que São Paulo é uma grande cidade na trilha da criatividade.

“A capital paulistana abriga hoje 90 mil eventos anuais, 12.500 restaurantes, pessoas de todo o mundo e foi eleita por duas vezes o melhor destino de negócios da América Latina”.

Mas destaca que se as inovações e a cultura são suas marcas características, a cidade tem, porém, profunda carência de conexões, motivado por seu processo histórico.

“Foi somente no século XIX, com a riqueza gerada pelo ciclo do café e a chegada de grandes contingentes de imigrantes, que a cidade começou a definir suas formas econômicas e cultural”, afirma Ana.

No livro, ela destaca que São Paulo reúne muitas cidades em uma só. Cheia de competências criativas e espírito empreendedor, a autora narra que essas qualidades não são suficientes para apoiar uma estratégia de desenvolvimento equânime.

“A baixa qualidade do transporte público não ajuda a reunir as regiões e penaliza por horas a fio quem é obrigado a atravessar o município ou a região metropolitana.

Some-se a isso uma carência de várias outras conexões: entre as pastas públicas; entre gestões públicas; e entre as singularidades de cada bairro, fruto da miopia em reconhecer que cada área da cidade tem histórias e identidades culturais complementares, nesse complexo caleidoscópio.”

Emprego criativo

Em 2010, as atividades do núcleo do setor criativo empregavam 771 mil trabalhadores formais em todo o país. E São Paulo sai na frente dentre os treze estados apurados pelo estudo “A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil”. A cidade destacou-se pelo maior número de empregados no núcleo da indústria criativa brasileira com 315 mil trabalhadores.

E trabalhar nessa indústria é lucrativo, principalmente na capital paulista. A pesquisa elaborada pela Firjan mostra que em 2010 a renda média mensal de quem atua neste setor em São Paulo é de R$ 2.775.

Já a média do núcleo criativo nacional foi de R$ 2.296, valor 45% superior à remuneração média (R$ 1.588) dos empregados formais.

A análise por segmentos evidencia a força do mercado de trabalho paulistano no que diz respeito à indústria criativa.

Em São Paulo, a maior remuneração entre as atividades desse núcleo é no setor de televisão e rádio (R$ 3.362 mensais em média). Na outra ponta aparece filme e vídeo (R$ 1.289).

Abraços!

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Faça o que ama

“Tem de encontrar aquilo que adora. Isto é tão verdade para a sua vida profissional, como para a amorosa… Se ainda não o encontrou, continue a procurar. Não se acomode. Tal como com os assuntos do coração, saberá quando o encontrar.”

- Steve Jobs, co-fundador da Apple

Uma das chaves para a felicidade – assim como para a produtividade e a eficácia no trabalho – é encontrar um emprego ou uma carreira que adora, que ama incondicionalmente. Estamos a falar de trabalho que quer fazer, e não daquele que tem de fazer! É o local para onde quer ir todos os dias, e não aonde tem de estar diariamente. Se realmente quer fazê-lo, é porque nem parece trabalho, mas antes um prazer.

Eis o que precisa de saber para descobrir um emprego que adora:

Não vai cair do céu, há que procurá-lo. Fazer exactamente a mesma coisa, dia sim, dia sim, não é a melhor forma de encontrar um emprego que adora. Por vezes, a oportunidade de uma vida pode bater à sua porta, mas é raro. A maioria das pessoas não tem essa sorte, por isso, é preciso meter mãos à obra, abrir bem os olhos e começar a procurar.

Pode não adorar o novo emprego até ser realmente bom a executá-lo. O mais certo é que vai saber de imediato o que realmente adora fazer… no entanto, terá de aperfeiçoar o seu desempenho e produtividade – ninguém nasce ensinado, não é verdade? Quando for realmente bom no que faz, nunca mais vai querer deixar de o fazer, porque nada bate a sensação de executar um trabalho maravilhoso!

Quando encontrar esse emprego, entregue-se. Se conseguir encontrar um emprego que adora, é quase como ter recebido uma prenda, uma dádiva. Agora não estrague tudo – entregue-se completamente a essa paixão! Isso não quer dizer que deve passar a pôr de lado as restantes paixões da sua vida, incluindo a família e os amigos, mas quando estiver a trabalhar, dedique-se completamente.

O que fazer para começar a procurar aquele emprego apaixonante?

Quebre a sua rotina e ouse questionar-se. Vai ter de parar o que está a fazer (não tem de ser neste instante, mas sim mais logo ou amanhã, mas não para a semana!) e ter a coragem de perguntar a si próprio se realmente adora o trabalho que faz. Se a resposta for não, então o que é que o apaixona? Se não sabe, dispõe-se partir à sua descoberta?

Pense naquilo que já adora. Tem passatempos sem os quais já não conseguiria viver? Gosta de ler sobre que género de assuntos? E as conversas com os amigos e familiares resumem-se a que temas? Existe alguma coisa que sempre quis fazer na vida mas que entretanto ficou esquecido ou que nunca teve a coragem de concretizar?

Explore coisas novas. Experimente um novo hobby que lhe parece interessante. Leia coisas diferentes do habitual. Faça uma viagem. E continue a procurar novas formas de explorar o mundo – acabe com velhos hábitos e rotinas.

Para ver outras dicas, clique aqui.

Abraços =)

Rita Oliveira

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Voluntário deve ter consciência de sua importância na organização

Apesar de ser o primeiro passo para ajudar o próximo, ter apenas boa vontade não basta para ser um voluntário. Para realizar um trabalho social eficiente e que gere resultados a longo prazo são necessários comprometimento, engajamento e respeito pela organização.

Segundo Maria Elena Pereira Johannpeter, fundadora e presidente da Parceiros Voluntários, ONG do Rio Grande do Sul que tem como missão disseminar a cultura do voluntariado organizado, é preciso, antes de tudo, diferenciar “voluntariado” de “voluntarismo”.

“O trabalho voluntário deve ser estruturado para ter um bom resultado. A organização precisa saber quando vai poder contar com aquela pessoa que terá dia e hora certa para comparecer. No voluntarismo, a pessoa vai quando quer, onde quiser e não tem esse comprometimento”, explica.

Seleção natural

Além de uma reunião de conscientização, algumas organizações realizam processos seletivos para a escolha de seus voluntários. Para Valdir Cimino, fundador da Associação Viva e Deixe Viver, ONG de contadores de histórias, com sede em São Paulo, esse procedimento é necessário para que a pessoa perceba se está no lugar certo.

Eugenio Scannavino Netto, fundador do Projeto Saúde & Alegria, que atua na Amazônia promovendo processos participativos de desenvolvimento comunitário integrado e sustentável, conta que eles trabalham com voluntários enviados por instituições parceiras, principalmente para projetos de longo prazo (de 6 meses a 2 anos) para evitar o despreparo e a falta de ligação com o trabalho da ONG.

Para ver a reportagem completa, clique aqui.

Abraços!!

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Os países mais “gastões” de água

Economizar é palavra-chave quando o assunto é a crise global de água. Essa atitude deve ser adotada por cada pessoa, no seu dia a dia, assim como por empresas, fábricas e governos.Uma informação importante para traçar metas e políticas públicas visando ao uso racional do recurso é saber quanto água é consumida pelo país.

Existem várias formas de fazer esse levantamento. Um indicador é o gasto total de água consumido no ano; outro é o valor utilizado diariamente por cada habitante.

Nos dois casos, leva-se em conta não apenas o gasto doméstico de água, mas, também, o volume usado pelas indústrias, agricultura, etc.

O consumo per capita foi usado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no documento Human Development Report 2006, que trata da escassez e da crise mundial de água. Ele dá uma noção de onde a escassez é mais ou menos severa.

Esse ranking é encabeçado pelos Estados Unidos. Cada americano gasta 575 litros de água por dia – número quase três vezes superior ao gasto brasileiro, de 187 litros diários.

Confira abaixo os primeiros colocados da lista.
1. Estados Unidos – 575 litros
2. Austrália – 493 litros
3. Itália – 396 litros
4. Japão – 374 litros
5. México – 366 litros
6. Espanha – 320 litros
7. Noruega – 301 litros
8. França – 287 litros
9. Áustria – 250 litros
10. Dinamarca – 210 litros
11. Alemanha – 193 litros
12. Brasil – 187 litros
(Informações: Revista Cyan/ Human Development Report 2006)

Fonte: Unomarketing

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Pesquisa revela perfil dos negócios sociais no Brasil

Mais rentável e com impacto direto nas classes baixas, os negócios sociais apontam o seu foco para a educação e se concentram, principalmente, na região Sudeste. Esses são alguns dos principais resultados publicados pela pesquisa inédita sobre a atuação dos públicos que movimentam o crescimento dos negócios sociais no Brasil.

A avaliação do Polo Brasil da Ande (Aspen Network of Development Entrepreneurs) em parceria com a Fundação Avina e a Potencia Ventures baseou-se no mapeamento e na definição dos perfis das empresas, acompanhado de rodadas de entrevistas com 40 desenvolvedores e 14 investidores selecionados pela Plano CDE –consultoria e instituto de pesquisa especializada no universo das classes C, D e E.

São considerados negócios sociais os empreendimentos que utilizam mecanismos de mercado com a finalidade de minimizar desigualdades socioeconômicas, ou seja, contabilizam um impacto social positivo. Para critério de análise, foram considerados dentro do plano de negócios sociais os desenvolvedores e os investidores.

As organizações que buscam apoiar micro e pequenas empresas a crescer por meio de um conjunto de serviços de impacto social são os desenvolvedores, entre eles as incubadoras, as aceleradoras e as ONGs geradoras de renda ou atuantes no ramo de impacto estrutural. Elas criam o cenário para o crescimento do negócio e apoiam por um determinado período de tempo.

Segundo mapeamento, no Brasil os desenvolvedores estão concentrados na região Sudeste (75%), seguida pelas regiões Nordeste (10%) e Sul (8%). Sendo que 45% desses desenvolvedores apoiaram até dez empresas ou organizações com foco na base da pirâmide, no ano de 2010.

“O movimento solidário é antigo no país, já os negócios sociais começaram em 2007. Hoje o Brasil tem cada vez mais demanda, isso porque as organizações, principalmente do terceiro setor, estão em busca de alternativas de funcionamento com maior significado para a sociedade”, explica Renato Kiyama, acelerador de negócios sociais da Artemisia, empresa participante da pesquisa.

De acordo com o estudo, a educação está entre os negócios mais apoiados (75%). Artesanato e ambiente seguem empatados vêm em segundo e terceiro lugares. “A educação tem impacto social estruturante. Segue o consenso comum de ser a base para as transformações. Uma empresa que investe no setor será sempre vista com bons olhos”, afirma Leonardo Letelier, CEO e fundador da sitawi, uma das investidoras entrevistadas.

Como forma de suporte aos empreendimentos, as desenvolvedoras oferecem também a prestação de serviços. Palestras, cursos e treinamentos lideram a lista com 93%, orientação/consultoria estratégica e inclusão de rede de contatos aparecem com 73%, seguida da disponibilidade de suporte tecnológico, que representa 60%.

“A formulação da pesquisa apontou pontos importantes para o desenvolvimento dos negócios sociais: a busca pelo entendimento do mercado, o interesse de investidores de fora do país e o surgimento de instituições relativamente jovens lideradas por profissionais mais novos, qualificados e que buscam no trabalho algo com mais sentido para a sociedade”, diz Rob Parkinson.

PERIL DOS INVESTIDORES

No segundo momento da pesquisa, foram selecionados 14 investidores com intencionalidade de investir em negócios sociais ou que já dão a sua contribuição na forma de doações, empréstimos ou equit. Fundamentais para viabilizar os empreendimentos, também se concentram na região Sudeste (86%), assim como os desenvolvedores. São compostos principalmente por associações civis (36%) e empresas privadas (29%).

Enquanto metade dos investidores baseia-se no impacto social do empreendimento, outros 43% levam em conta não só o impacto, mas também o retorno financeiro. O levantamento mostra que 14% esperam de 20% a 30% de retorno após cinco anos.
Entre os aspectos mais importantes para decidirem investir está o impacto social, seguido da pessoa do empreendedor.

NEGÓCIOS SOCIAIS

Fundada em 2004, a Artemisia oferece plataformas para criação e aceleração de negócios sociais. Com uma demanda até maior do que consegue atender, a desenvolvedora segue um rigoroso processo de seleção.

Um dos projetos de maior visibilidade da empresa é o SaÚtil (sautil.com.br), um site construído para que pessoas de baixa renda tenham acesso aos serviços oferecidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

“Com uma linguagem simples, o sistema informa gratuitamente os serviços disponíveis para a população, como, por exemplo, o local mais próximo onde determinado remédio está disponível, além de postos de vacinação e marcações de consultas”, explica Renato Kiyama.

Um dos clientes relevantes é o Instituto Feira Preta. A organização sem fins lucrativos atua na promoção e no desenvolvimento sociocultural da comunidade negra e do empreendedorismo afro-brasileiro em nível nacional. O instituto desenvolve ações como cursos e eventos, para mais de 14 mil pessoas, com o intuito de incentivar e divulgar a cultura negra.

Apesar do grande número de visitantes ao evento, grande parte das vendas se deu no mês anterior, outro problema era a falta de recurso de caixa devido ao não recebimento de um patrocínio em 2010. A feira ocorre anualmente, em São Paulo, desde 2002. Para resolver fluxo de caixa, a sitawi concedeu, neste ano, o empréstimo de R$ 100 mil.

No caso do The Hub, uma rede colaborativa global com o propósito de apoiar e inspirar empreendedores, o presidente Pablo Handl elege o projeto Carbono Zero como um dos mais relevantes.

Semelhante ao modelo europeu, a empresa presta serviços de entrega utilizando somente bicicletas, o que diminui a emissão de poluentes. “Não focamos em setores, focamos em pessoas que querem gerar impacto socioambiental positivo, fazendo acontecer as suas ideias”, conclui Handl.

Para ver a matéria completa, clique aqui.

Abraços!!

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